Os avanços das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) estão a revolucionar o nosso modo de vida quer no que respeita às comunicações, à economia, ao ensino quer no que respeita aos momentos de lazer, entre outros. No entanto, apesar da melhoria na qualidade de vida que estes avanços têm proporcionado, a sociedade de informação exige uma consolidação e atualização dos conhecimentos, surgindo, como referem Lousã & Sá (2003), uma nova alfabetização – a infoalfabetização.
A verdade é que neste momento são diversificados os meios que os nossos alunos têm de aceder à informação. No entanto, como referem Lousã & Sá (2003), a informação não é conhecimento e, por isso, é preciso que o professor oriente os alunos, os ajude a organizar, gerir e avaliar a informação, lhes forneça meios e recursos de aprendizagem, estimulando o diálogo, a reflexão e a participação crítica. Como mencionam os mesmos autores, “o professor deixa de se apresentar como um núcleo de conhecimento para se tornar um otimizador desse mesmo conhecimento e saber”.
A verdade é que neste momento são diversificados os meios que os nossos alunos têm de aceder à informação. No entanto, como referem Lousã & Sá (2003), a informação não é conhecimento e, por isso, é preciso que o professor oriente os alunos, os ajude a organizar, gerir e avaliar a informação, lhes forneça meios e recursos de aprendizagem, estimulando o diálogo, a reflexão e a participação crítica. Como mencionam os mesmos autores, “o professor deixa de se apresentar como um núcleo de conhecimento para se tornar um otimizador desse mesmo conhecimento e saber”.

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